Planejamento Financeiro

Como utilizar o DRE - Demonstrativo de Resultados - como ferramenta para elaboração e revisão do orçamento

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O DRE é um instrumento financeiro obrigatório para o monitoramento da saúde da empresa. 

Seu conceito e formato são úteis desde a construção do orçamento anual e suas revisões mensais comparando os resultados planejados em orçamento versus o que foi efetivamente realizado no mês corrente. 

O DRE permite demonstrar tendências na evolução positiva ou negativa dos indicadores de performance e produtividade tornando mais objetivas as tomadas de decisões corretivas ou de manutenção. 

Indicadores de performance podem ser: meta de vendas, margem de contribuição, construção de caixa, entre outros. 

Indicadores de produtividade podem ser: redução nos custos por um refinamento do processo de produção, redução das despesas gerais por melhorias nos processos ou ainda implantação de sistema que tenha automatizado alguma função manual. 

 

Ler e entender o DRE é simples. O DRE permite observar, no tempo, o progresso e tendências sobre as seguintes informações: 

1. Evolução das receitas de vendas que devem ser separadas conforme as respectivas fontes de receita. Podem ser: por produto, por segmentos de mercado, por região, por unidade de negócios. 

2. Incidência de impostos, acréscimos e reduções conforme engenharia tributária ou programas de incentivos fiscais. 

3. Composição dos custos relativos aos produtos ou serviços. Todos os custos e despesas tem efeito sobre o critério de  precificação portanto, o DRE também orienta na composição de preços. 

4. Evolução ou deterioração da margem de contribuição. Este é o indicador mais importante a ser monitorado. Qualquer tendência que tenha impacto nesse indicador deverá sofrer intervenção imediata. 

5. Despesas gerais da empresa. Com o DRE você poderá acompanhar o nível de despesas comparando com faturamento e simultaneamente com os meses anteriores ( análise horizontal e vertical ). 

6. Evolução e projeção do lucro da operação conforme as tendências observadas nos itens anteriores.

7. Capacidade de geração de caixa e também preventivamente, observar a necessidade de redimensionamento preventivo da exigência de capital de giro.

8. Monitorar nível de endividamento ou estratégia de financiamento da operação conforme seu ciclo operacional.

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Os resultados são apresentados num formato padrão e complementados por percentuais calculados através da relação entre as diversas contas versus a receita possibilitando uma análise de tendências.  

  1. Análise Vertical, permite verificar a relação entre as contas de custos e despesas versus o resultado de vendas. Ao longo dos meses o gestor deverá monitorar se os percentuais permanecem estáveis conforme orçado e identificar as contas ofensoras tomando medidas imediatas para colocá-las de volta nos parâmetros definidos pelo orçamento original da empresa.

  2. Análise Horizontal, permite verificar a relação entre as as contas de custos e despesas versus os meses anteriores. A análise horizontal, monitora, mês a mês, a performance de vendas, a produtividade e a rentabilidade.

O DRE é essencial para o monitoramento do planejamento estratégico. Apesar da obrigatoriedade, o DRE é desconhecido e pouco utilizada pela maioria dos gestores e administradores de empresas que confundem o DRE como ferramenta exclusivamente de gestão com uma planilha em excel cheia de números. 

Existe uma enorme diferença entre o gestor financeiro e o tesoureiro que cuida apenas do contas a pagar e receber. Para muitas empresas o gestor financeiro é, na verdade, o tesoureiro. Nesse caso a empresa não tem orçamento, não sabe quanto precisa de capital de giro para financiar sua operação, não tem gestão de fluxo de caixa e certamente está endividada 

“ O DRE é desconhecido e pouco utilizado pela maioria dos gestores e administradores de empresas que confundem o Demonstrativo de Resultados como ferramenta exclusivamente de gestão com uma planilha em excel cheia de números.

[ ebook GESTÃO FINANCEIRA & ORÇAMENTÁRIA ] Por que não começar o Planejamento Estratégico sem cultura orçamentária

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A maioria das empresa confunde planilha em excel com orçamento. Orçamento é uma conversa, um pacto, entre o diretor executivo e seus líderes e gestores sobre o que será construído ao longo do ano.

É a mais eficaz das ferramentas de engajamento com seus lideres e gestores juntamente com um planejamento estratégico compreensível.

O que você precisa saber, passo a passo, para construir uma gestão financeira austera e criar uma cultura orçamentária com visão de ebitda.

  1. O que significa criar cultura orçamentária com visão de ebitda?

  2. Por que o orçamento é a primeira etapa de um processo de planejamento estratégico?

  3. Qual impacto para uma empresa quando opera sem orçamento definido para o ano fiscal?

  4. Quais os passos que devem ser considerados durante o processo de construção do orçamento?

  5. Como utilizar o DRE - Demonstrativo de Resultados - como ferramenta para elaboração do orçamento?

  6. Orçamento é uma planilha? Ou é uma conversa entre executivos e líderes sobre o que será construído ao longo do ano?

  7. Como calcular e captar o capital e giro necessário para financiamento da operação?

  8. Porque capital de giro representa a principal causa de morte das empresas?

  9. Porque capital de giro mata a empresa principalmente quando está em crescimento acelerado?

  10. A gestão de fluxo de caixa deve ser diária. Por que transformar capital de giro em dívida é o início do fim da empresa?

  11. Como e quando revisar o orçamento planejando versus realizado?

  12. Quais decisões e intervenções são exigidas no processo de revisão?

  13. Como orçamento calibra processos e a "carga versus capacidade” de cada área?

  14. Precificação faz parte do orçamento ? Como encontrar o ponto de equilíbrio - break even point?

  15. Por que as Metas de Vendas devem ser determinadas durante a elaboração do orçamento?

  16. Custo das Vendas. Por que a política de comissões devem ser calculadas no processo de precificação?   

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O que você precisa saber, passo a passo, para construir uma gestão financeira austera e criar uma cultura orçamentária com visão de ebitda.


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Gestão Tributária: Como estruturar impostos?

A estrutura fiscal e tributária pode, ao mesmo tempo, melhorar a rentabilidade ou simplesmente inviabilizar os preços de seus produtos e serviços. 

Na prática, a desordem tributária exige mais que tecnicidade ou planejamento. Exige uma engenharia tributária que observa brechas na lei e portanto só poderão ser conduzidas por advogado tributarista experiente que acompanha as constantes mudanças estaduais e federais. 

O advogado especialista também pode recomendar modificações no regime tributário na qual sua empresa está inserida, inclusive recomendando a mudança da sede ou operação logística para outro estado motivado por leis regionais de incentivos fiscais. 

Existem até quitações de impostos por meio de precatórios que são adquiridos de terceiros por uma fração do seu preço de face e que o estado é obrigado a aceitar para quitação de tributos pendentes. 

Para a composição dos custos de produtos e serviços, normalmente existe uma conta de débito e crédito quando a cadeia produtiva paga o mesmo imposto de forma repetida. Esse cálculo deverá ser obrigatoriamente considerado no processo de precificação do produto ou serviço.  

Receber os créditos de impostos é uma outra engenharia. O Estado simplesmente não paga ! E quando a empresa entra com um processo, o estado dispara automaticamente uma auditoria fiscal e tributária que inibe a empresa credora de receber.  É uma mistura entre ameaça do estado somada com a corrupção dos agentes fiscalizadores. 

Não vale a pena ! A empresa sempre perde. A alternativa é revender, com deságio enorme, esses créditos para empresas que podem se beneficiar quitando seus débitos de imposto. 

CLIQUE AQUI e leia artigo completo.

Gestão de Capital de Giro e Fluxo de Caixa passo a passo

  1. Registre os recebíveis que podem ser à vista ou parcelado

  2. Registre as despesas fixas que são obrigatórias

  3. Registre as compras. Nesse caso, o prazo de pagamento para fornecedores deverá acompanhar a disponibilidade de caixa. Evite, por exemplo, alocar pagamento em dia de folha de pagamento

  4. Faça um balanço diário. [ Recebíveis - Pagamentos ] para entender se aquele dia está deficitário ou superavitário. Na projeção para 30 / 60 / 90 dias, o balanço diário servirá para compatibilizar o fluxo de caixa.

  5. Compatibilize os prazos de pagamento. Não permita dias deficitários movimentando os pagamentos no tempo conforme os recebíveis

  6. No caso de “buracos" no fluxo de caixa, utilize o adiantamento de duplicatas ou garantias contratuais como emergencia apenas

  7. Observe, acompanhe, analise o movimento do saldo sendo transportado dia a dia ao longo do mês, mês a mês, por todo o ano

  8. Acompanhe a geração de caixa conforme o ebitda que foi combinado com os acionistas no orçamento anual. Se for maior que esperado, adiante dividendos. Caso contrário, identifique os ofensores e repactue o orçamento de forma preventiva.

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