Definição do modelo de tomada de decisões
A agilidade, a assertividade e a transparência na tomada de decisões ao longo de um projeto são fundamentais para o progresso na fase de execução. Aqueles que já participaram ou lideraram um projeto sabem que existem detalhes, nuances e mudanças de rota que precisam ser observadas e decisões corretivas tomadas ao logo do percurso.
Existem dois tipos de tomada de decisão:
Consensual - normalmente a consensual é aquela democrática, muitas vezes exercitada de forma exagerada a fim de manter todos envolvidos felizes. Na prática, se houver consenso, ótimo, mas não tente resolver problemas técnicos e de conceito através de consenso. Aquela história de “levante a mão quem quer a opção A ou a opção B” é demonstração de falta de liderança e, fatalmente, o líder perde a credibilidade e principalmente o respeito do grupo que corre o risco de se desintegrar.
Consultiva - essa é a melhor. Você, o líder, escolhe as pessoas que podem lhe ensinar e aconselhar sobre alternativas para problemas ou temas específicos. Cada expert contribui com sua área de competência e assim você pondera as alternativas e os riscos, e decide comunicando o novo rumo aos envolvidos. A assertividade nesse processo de tomada de decisão é muito maior e o suporte do grupo para qualquer decisão tomada é absorvida naturalmente já que experts foram consultados em subsidiaram a base técnica para a decisão confortável.
E claro, por último e fora da lista de opções, a Arbitrária. Se decidir ir por esse caminho você perde a aderência e o respeito do grupo e nunca, de forma alguma, conseguirá sucesso na execução dos projetos. Esse é um caso típico de dono de empresa que ameaça com demissão aqueles que não fizerem o que ele mandou e da maneira como ele mandou.
Em todos os três casos descritos acima, vale ressaltar que o grupo deverá saber com antecedência qual será o critério adotado quando houver a necessidade de tomadas de decisões corretivas.
Ninguém de qualquer escalão gosta de surpresas de nenhum tipo em nenhuma empresa.
Vale também deixar claro que não concordar faz parte do jogo. A discussão construtiva é aquela que orbita sobre o tema e não a pessoa. Ao final, mesmo que algum lado não concorde com o que o líder deliberou é esperado o comprometimento, mesmo que deixando claro que esta em desacordo.
A sabotagem nesses casos de desacordo é muito comum, portanto fique de olho para ter certeza que o desacordo, porém com comprometimento seja cumprido saudavelmente.
Equipe brandME |
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