Engajamento da equipe de execução
Quem não se comunica, se trumbica !!!
Cada funcionário, individualmente ou num grupo funcional da empresa, certamente tem uma agenda própria determinada pelo líder na função de chefe.
O fato de ter uma agenda é essencial para produtividade. A agenda determina o foco do grupo e sua relação com a empresa.
Por outro lado é miseravelmente prejudicial quando a agenda é apenas política. Nesse caso, cada líder quer exclusivamente mostrar para seus respectivos chefes, diretores e presidentes que são tanto competentes quanto insubstituíveis. Assim como o cenário anterior, na prática, ambas funcionam muito bem na maioria das empresas de qualquer tamanho, nacionais ou multinacionais.
Um cuidado que deve ser tomado pela diretoria sênior é observar se as atitudes, sejam quais forem, não estão sendo prejudiciais ao bom andamento dos programas e estratégias que foram combinadas entre as várias áreas da organização e que são, vale lembrar, subproduto dos objetivos associados à lucratividade da empresa descrita no planejamento estratégico e materializada pelo orçamento do ano fiscal vigente.
A agenda pessoal nunca deverá se sobrepor a agenda da empresa sob o risco de abalar profundamente o moral do time e, consequentemente, comprometer o clima organizacional e a sinergia.
O processo de engajamento passa por momentos clássicos de encontros, desencontros, debates, embates e algumas vezes sacanagens. A expectativa é que para esses momentos mais ou menos “acalorados” o construtivismo prevaleça. Uma boa dose de bom senso é também fundamental para que as discussões sejam focadas no conceito do problema em destaque e não, nunca, pessoais.
O construtivismo durante o debate, quando bem dirigido e controlado, privilegia a melhoria contínua que é um dos melhores valores que sua empresa pode cultivar.
Existe uma tese que diz que você já nasce com bom senso, ou seja, não adquire ao longo da vida. Portanto, para não correr risco de a tese estar correta, capriche na escolha do líder. Na maioria das vezes o coeficiente emocional é mais útil que o intelectual.
Um bom líder deve ser cultivado e retido a todo custo pela empresa. Conhecimento técnico sua empresa pode comprar no mercado ou tirar do concorrente.
Agrupe as pessoas que você entende que são essenciais para o bom desenvolvimento do projeto. O projeto exige execução multidisciplinar. Isso significa, no dia a dia, que você como líder deverá contar com as competências individuais desses colaboradores de diversas áreas da empresa sem ter que transformar-se num expert em cada área ou disciplina.
Você é o arquiteto no processo e não um pedreiro, encanador ou eletricista. Se decidir ser tudo, não vai ser nada.
Aja como arquiteto compatibilizando as várias funções:
- Apresente o escopo do programa e explique como esta inserido no objetivo geral da empresa.
- Defina as expectativas sobre cada membro “multidisciplinar” da equipe. Negocie prazos e métricas para que não haja surpresas.
- Estabeleça reuniões periódicas para verificar o progresso, remover barreiras e certificar-se que todos estão executando
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