7. Critérios para Tomada de Decisões


A agilidade, a assertividade e a transparência na tomada de decisões ao longo da execução de um projeto são fundamentais para o progresso na fase de execução. 

Aqueles que já participaram ou lideraram um projeto sabem que existem detalhes, nuances e mudanças de rota que precisam ser observadas e, consequentemente, decisões corretivas devem ser tomadas ao longo do percurso.

Existem três processos para tomada de decisão:

  • Consensual - Normalmente a consensual é aquela democrática, muitas vezes exercitada de forma exagerada a fim de manter todos envolvidos felizes. Na prática, se houver consenso, ótimo... mas não tente resolver problemas técnicos ou conceituais através de consenso. Aquela bobagem de “levante a mão quem quer a opção A ou a opção B” é demonstração de falta de liderança e, fatalmente, o líder perde a credibilidade e principalmente o respeito do grupo que corre o risco de se desintegrar.
  • Consultiva - Essa é a recomendada! O líder escolhe as pessoas que podem lhe ensinar e aconselhar sobre alternativas para problemas ou temas específicos. Cada expert contribui com sua área de competência e assim você pondera sobre cenários, alternativas e riscos. É sua responsabilidade decidir e comunicar o novo rumo aos envolvidos. A assertividade nesse processo de tomada de decisão é muito importante para conquistar o suporte do grupo para qualquer decisão tomada, que precisa ser absorvida e apoiada. Os experts foram consultados e subsidiaram uma base técnica para uma decisão segura e confortável. Comunique os riscos! Tomar risco faz parte do jogo desde que todos envolvidos sejam comunicados.
  • E claro, por último e fora da lista de opções, a Arbitrária. Se o líder decidir prosseguir por esse caminho, vai perder a aderência do time e o respeito do grupo que nunca, de forma alguma, conseguirá sucesso na execução dos projetos. A ruptura é inevitável. Esse é um caso típico de dono de empresa que ameaça com demissão aqueles que não fizerem o que ele mandou e da maneira como ele quer. 

Lembre-se que gente velha (mental, não de idade), só pode fazer coisa velha.

Em todos os três casos descritos acima, vale ressaltar que o grupo deverá saber com antecedência qual será o critério adotado quando houver a necessidade de tomadas de decisões corretivas. Ninguém, de qualquer escalão, gosta de surpresas de nenhum tipo em qualquer empresa.

Vale também deixar claro que não concordar faz parte do processo. Os embates e divergências auxiliam no amadurecimento dos temas e da equipe de uma forma geral. No entanto, a discussão construtiva é aquela que orbita sobre o tema e não a pessoa. No final, mesmo que algum lado não concorde com o que o líder deliberou, é esperado o comprometimento mesmo que deixando claro que está em desacordo.

A sabotagem nesses casos de desacordo é muito comum, portanto fique de olho para ter certeza que o desacordo, seja amparado pelo comprometimento e seja cumprido saudavelmente.

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